A Cartilha Campanha da Fraternidade 2018 e a Apologia à Ideologia de Gênero

A Cartilha distribuída pela Diocese de Apucarana para a Campanha da Fraternidade de 2018 – Fraternidade e Superação da Violência, vem sendo duramente criticada pelos fiéis leigos em razão do uso de termos que fazem apologia à ideologia de gênero.

Fundamentada no documento base da CNBB sobre a Campanha da Fraternidade 2018, que faz menção ao termo “gênero” em diversos pontos, a Cartilha em questão encontra-se maculada pela mesma expressão “gênero”, que foi tão combatida pela sociedade civil e por cristãos de todas as denominações durante todo o ano de 2017, quando estava em discussão a inserção desta expressão na Base Nacional Comum Curricular.

A solução está em Aparecida e não em Brasília




Nossa Senhora Aparecida
Imagem de Nossa Senhora Aparecida, original



No Terceiro Centenário de Nossa Senhora Aparecida
Existem devoções nacionais a Nossa Senhora, como é o caso de Aparecida, da mesma maneira que há grandes invocações que têm uma realeza entre as invocações de Nossa Senhora, como é o caso de Nossa Senhora do Rosário.

Quase não existe um país da Terra que não tenha uma grande devoção a Nossa Senhora e de que Ela não seja, debaixo de algum título, a Padroeira.

Também existem as invocações a Nossa Senhora das regiões e das cidades, como é, por exemplo, Nossa Senhora da Penha, em São Paulo.

E, às vezes, ainda há imagens de Nossa Senhora particularmente invocadas numa paróquia, numa parte de uma cidade, etc.

Como São José pode ajudar a salvar o nosso século?

Oxalá abríssemos os nossos olhos e compreendêssemos, como São José entendeu, que sempre o mais urgente a fazer é orar!

Há algum tempo traduzimos uma matéria mostrando como São Bento de Núrsia podia ajudar a salvar o nosso século. Desta vez, aproveitando a proximidade da festa de São José, o maior de todos os santos depois da Virgem Maria [1], é hora de mostrar o que ele, pai nutrício de Jesus, tem a ensinar especialmente a tempos difíceis como os nossos.

Base Nacional Comum Curricular: Seu filho será materialista!

A Base Nacional Comum Curricular foi aprovada sem ideologia de gênero, mas contém um problema gravíssimo: o “Ensino Religioso” foi completamente distorcido e, na prática, só servirá para ensinar o relativismo e o materialismo ao seu filho.

O Ministério da Educação dá passos para uma ditadura na educação brasileira: “O sistema único de educação”

Na última terça-feira, dia 31 de maio de 2016, a Comissão de Educação da Câmara dos Deputados em Brasília convocou um Seminário sobre a Base Nacional Curricular Comum – BNCC.
Um dos debatedores foi o Pe. Dr. José Eduardo de Oliveira e Silva, Professor de Teologia Moral e estudioso dos temas de educação.

Em entrevista à ZENIT, o sacerdote explicou com mais detalhes a tentativa de implantar um “sistema único de educação”, que eliminaria totalmente a liberdade das escolas e daria o poder ilimitado ao MEC de ensinar, na prática, qualquer ideologia para todas as crianças do Brasil. Acompanhe a entrevista abaixo: